Os gestos simples para ajudar cães e gatos idosos com vidas mais longas e felizes | Brazil News Informa

Um artigo publicado nesta quarta-feira (17), a partir de estudo com mais de 2 milhões de gatos e 4 milhões de cães, descreve faixas de idade usadas para classificar a velhice dos animais e recomenda ajustes práticos na rotina. Para gatos, a velhice costuma ser considerada por volta dos 10 anos, com divisão em fases como “maturidade”, “sênior” e “super sênior”. Para cães, a entrada nessa etapa varia conforme o porte: raças pequenas (abaixo de 9 kg) podem ser enquadradas a partir de cerca de 7 anos, enquanto cães acima de 9 kg tendem a chegar antes, por volta de 6 anos.
O texto também orienta observar sinais que exigem avaliação veterinária, como dificuldade para levantar, subir escadas ou acessar água e comida, além de alterações compatíveis com disfunção cognitiva, como o animal parecer desorientado dentro de casa. A recomendação central é adaptar o ambiente para facilitar acesso a recursos: degraus para sofá, caminhas mais baixas e firmes, comedouros elevados quando indicado, mais pontos de água e alimentação e, no caso dos gatos, caixa de areia com borda baixa quando houver limitação de mobilidade.
Na rotina, a indicação é manter estímulos físicos e cognitivos, mas com adaptações (brinquedos e comedouros interativos mais simples, treinos curtos e recompensas), além de ajustar passeios conforme o cansaço. Sobre alimentação, o artigo recomenda dieta de fácil digestão e formulada para idosos, combinar ração seca com úmida quando necessário e evitar carne crua, citando risco nutricional e sanitário maior em animais mais velhos. As consultas devem manter vacinas e vermifugação em dia e, no acompanhamento geriátrico, a frequência sugerida é anual quando estável e a cada seis meses quando houver sinais de fragilidade.
Fonte: Diário do Centro do Mundo
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