Sem-teto espancado por personal é "tietado" nas ruas e diz que não se arrepende | Brazil News Informa



Sem-teto espancado por personal é "tietado" nas ruas e diz que não se arrepende | Brazil News Informa



Espancado após ter sido flagrado mantendo relações intimas com a esposa de um personal trainer, o sem-teto Givaldo Alves agora é tietado nas ruas de Planaltina, no Distrito Federal.

Em um dos vídeos que circula nas redes sociais, Givaldo diz que não se arrepende do caso e que, se não fosse pelo personal, "ainda poderia estar com a mulher". 

O sem-teto é abordado por um grupo de pessoas que faz perguntas para Givaldo enquanto grava a conversa. Uma delas pergunta: "Valeu a pena?". Givaldo, então, responde: "Dá para ter tudo o que eu sei que sou capaz sem apanhar. Mas eu não me arrependo não." 

Em seguida, o grupo questiona: "Mas a dorzinha valeu?", em referência às agressões sofridas. Givaldo responde: "Cara, ela é maravilhosa demais. Ninguém merece apanhar assim", diz rindo. 

Laudo médico obtido pelo portal Metrópoles confirma que a mulher sofreu delírios e alucinações e está em tratamento no Hospital Universitário de Brasília.

O QUE SE SABE SOBRE O CASO 

O personal trainer Eduardo Alves, de 31 anos, é investigado por agredir um homem em situação de rua após flagrá-lo tendo relações intimas com a esposa dele, em Planaltina, Distrito Federal. O caso, que aconteceu no dia 9 de março e é investigado pela Polícia, foi registrado por câmeras de segurança. 

O educador físico disse à Polícia que a parceira, de 33 anos, enfrenta problemas psicológicos e, ao flagrar os dois tendo relações, pensou que ela estava sendo violentada. 

Em entrevista ao portal Metrópoles, o sem-teto afirmou que a relação com a mulher do educador físico foi por vontade própria. O laudo médico da mulher aponta que ela sofre de "transtorno afetivo bipolar em fase maníaca e psicótica" e apresenta características como "alucinações auditivas, delírios grandiosos e de temática religiosa, hipertimia, falso reconhecimento, comportamentos desorganizados e por vezes inadequados". 


Fonte: Diário do Nordeste

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